Cara, queria ser menos apaixonada pelas coisas, menos passional. Não consigo não me envolver; não sonsigo não sentir. Eu brigo, defendo, tenho vontade de bater, fico com raiva e me desgasto muito com tudo isso. Queria mesmo ser daquelas sem sal que fazem as coisas só por fazerem, que não gostam nem desgostam.
Como disse Clarice "Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento..."
E é isso que eu faço sempre, coloco sentimento em tudo!! Será que eu sempre erro?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Ainda sobre pensamentos
Não seria bom, mas muito bom se pudéssemos falar pras pessoas tudo o que pensamos delas? Nossa, seria o caos. "Ei, você! Cala a boca! Você é um chato que só fala m@#&a! Ninguém te suportaaaaaaaa!!! Sai daquiiiii!! Vai tomar banho!!" Ahhhh, como seria bom!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Pensamentos
Olho o relógio, é tarde, não consigo dormir. Pensamentos visitam minha mente, não consigo parar. Penso em tudo, penso em mim, penso em todos. E até no que não devia.
São pensamento egoístas, altruístas, insanos, levianos, contraditórios... Meu Deus, não consigo controlar meus pensamentos! Me sinto culpada. Às vezes parecem tão reais, mas não, são só pesamentos.
São pensamento egoístas, altruístas, insanos, levianos, contraditórios... Meu Deus, não consigo controlar meus pensamentos! Me sinto culpada. Às vezes parecem tão reais, mas não, são só pesamentos.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Sem título IV
Porque tem dia que é assim, você faz tudo como nos outros dias mas no final sente que algo não tá legal. Foi assim ontem, cheguei em casa, deitei e lá fiquei por, sei lá, duas horas, olhando o céu, em silêncio, pensando. Pensando em como sou over e em como gostaria de não ser.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Rainha X Rei
Taí uma coisa que não entendo: a necessidade que certos homens tem de diminuir uma mulher. Eles adoram fazer piadinhas sexistas. Será que alguém ainda acha graça do coitado? Deixo aqui uma pergunta: Você, homem machista, o que pensa dessas pessoas que apesar de anos e anos de repressão conseguiram atingir níveis de sucesso jamais imaginados por uma sociedade liderada por homens? O que você acha de mulheres que, em tão pouco tempo, conseguiram colocar homens, tão sábios e espertos, no chinelo? E daquelas que trabalham, estudam e ainda dão conta da casa e dos filhos? E tem mais, se por acaso você conhece alguma mulher que não se encaixa nos exemplos acima, é porque ela não quis. Deve ser uma alma bondosa que se deixa chamar de rainha do lar para deixar os homens pensarem que ainda são os reis da cocada preta.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Vou deixar a porta aberta
Então que hoje parecia ser mais uma terça, como todas as outras. Tudo normal pela manhã, as aulas correram bem. Almoço? Abóbora. Devia ter suspeitado, abóbora no almoço não pode ser bom presságio. Às 14:40 entro na sala do 8º ano e, sem perceber que a porta era maçaneteless, deixo a bonitinha fechar. Resultado? Trancada na sala com 40 alunos. Qual o problema? Nenhum, se eu não fosse um tantinho claustrofóbica. Daí que eu tive que passar a maior confiança pros alunos quando a minha vontade era de gritar e chorar muito. O bom foi que eu estava com o microfone e pude chamar uma professora que vi passar do outro lado da escola.
Paty: Professora Fulana, professora Fulana!!
Prof. Fulana acena como se eu a estivesse cumprimentando.
Paty: Hellooooo!! Professora Fulaaaaaaaaaaanaaaaaaaaaaaaa!!! Hey Fulaaaaaaaaanaaaaaaa! Estamos presos. Help!
Prof. Fulana: Ah tá! Pensei que estava me dando tchau. Peraí, vou buscar ajuda.
Paty: Ok! (Quase morrendo, mas mostrando auto controle.) Então, todo mundo calmo que a ajuda já vem.
Alunos: Tranquilo fessora, se preocupa, não.
Na verdade era eu quem estava precisando de alguém que me desse apoio naquele momento. Aqueles minutos demoraram horas para passar.
Aprendi algumas coisas importantes:
1. Se alguém gritar seu nome em desespero, não pense que a pessoa está acenando.
2. Não tente abrir uma porta com uma colher. Sim, a professora pegou uma colher para abrir a porta. ?!?!?!!?!?
3. Essa é a maior das lições: Deixe sempre a porta aberta.
Paty: Professora Fulana, professora Fulana!!
Prof. Fulana acena como se eu a estivesse cumprimentando.
Paty: Hellooooo!! Professora Fulaaaaaaaaaaanaaaaaaaaaaaaa!!! Hey Fulaaaaaaaaanaaaaaaa! Estamos presos. Help!
Prof. Fulana: Ah tá! Pensei que estava me dando tchau. Peraí, vou buscar ajuda.
Paty: Ok! (Quase morrendo, mas mostrando auto controle.) Então, todo mundo calmo que a ajuda já vem.
Alunos: Tranquilo fessora, se preocupa, não.
Na verdade era eu quem estava precisando de alguém que me desse apoio naquele momento. Aqueles minutos demoraram horas para passar.
Aprendi algumas coisas importantes:
1. Se alguém gritar seu nome em desespero, não pense que a pessoa está acenando.
2. Não tente abrir uma porta com uma colher. Sim, a professora pegou uma colher para abrir a porta. ?!?!?!!?!?
3. Essa é a maior das lições: Deixe sempre a porta aberta.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Notting Hill
O que acontece dentro de mim quando assisto Notting Hill, não sei explicar. Mas tenho essa sensação maravilhosa que me remete à adolescência quando eu me apaixonava por astros da TV, do cinema e da música. Bom, devaneios à parte, o que também me encanta no filme são aquelas casas em estilo vitoriano e aquela feira de artesanatao que parece ser m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a. Além disso, tem as ruas super fofas pelas quais sonho um dia andar. Enquanto esse sonho não se realiza, fico eu por aqui, sonhando...
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